Maria de Belém Roseira | Como desenhar o futuro da Saúde?

Maria de Belém Roseira | Como desenhar o futuro da Saúde?
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Estamos na semana da saúde.

Dia 7 de abril é o Dia Mundial da Saúde.

Não precisávamos de uma pandemia para nos lembrarmos quão importante é a nossa saúde.

E agradecer o facto de vivermos num país com um dos sistemas de saúde mais avançados do mundo.

Sim, estamos sempre a reclamar.

Sim, aborrece-nos que nem todas as pessoas tenham médico de família.

Ou que a consulta do especialista demore mais do que esperávamos.

Mas o SNS, os hospitais privados, as farmácias, os convencionados e o sector social oferecem uma rede redundante de cuidados de saúde que responde de forma adequada ao que precisamos.

E depois há as exceções. As coisas que tem de correr melhor. Mas são infinitamente mais pequenas que os benefícios de ter uma saúde pública, universal, e quase gratuita quando precisamos de ajuda.

Gratuita é uma palavra curiosa. Porque, a verdade é que a saúde é paga pelos cidadãos – contribuintes.

É portanto paga antecipadamente.

Com um princípio de que gosto muito: para o SNS cada um paga conforme o que pode e recebe cuidados conforme precisa.

São os princípios que nos dão uma bússola e um mapa para navegar.

No caso dos países democráticos liberais, como o nosso, há leis e regras universais a que todos estamos igualmente sujeitos.

E essas regras são vitais.

Esta conversa com Maria de Belém Roseira, jurista, humanista, duas vezes ministra e pessoa muito atenta aos direitos, liberdades e garantias era para ser sobre saúde. E tudo o resto.

Mas o não respeito pelo direito internacional no caso da guerra em curso obrigou a começar por aqui.

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