CARLOS MANUEL DE OLIVEIRA

bom
[Música]
então bem-vindos ao pergunta simples do
vosso podcast sobre comunicação como
hoje é dia de falar de marketing vamos
dar a abertura um dois três vivam bem
vindos ao mais e inimitável o único
extraordinário pode caso de comunicação
do mundo o melhor o mais grande e só por
isso na página perguntas sempre.com para
se cliente especial pode comprar duas
substituições pelo preço de uma e com
desconto não melhor ainda e gratis é
completamente grátis subscrever o
pergunta simples e isto é absolutamente
verdade e com isso a memória vou até às
férias do alto Minho onde um homem vende
atoalhados em cima de uma caminhonete
aberta e fala a freguesia e leva-me a
toalha não leva duas leva três toalhas
pelo preço de uma que o seu estojo
nervosão e eu podia ficar horas e horas
ouvir a tua voz enrouquecida no
microfone roupa em o coberto por um
lenço de pano quase com vontade de
comprar os atoalhados mesmo sem precisar
deles
[Música]
quantas vezes já te matou o marketing e
quantas vezes o marketing e ressuscitou
o marketing moderno oferece sempre com
uma música de fundo que a pessoa está no
centro mas tô desconfiado que esse
centro é apenas retórica e no fundo no
fundo o que está no centro a influência
sobre o momento em que o consumidor
decide comprar e a comunicação é uma
arte para o ajudar nessa decisão não sei
se usa acontece o mesmo mas quando for
vítima de estratégias de marketing
agressivo invasivo tendo a rejeitar de
imediato qualquer produto que me tentam
impingir a e no fundo fica com uma
motivação gigantesca de Contrariar o
planeta inteiro e em particular a marca
que quis com toda a força entrar na
minha vontade era o marketing dito
digital venho oferecer-vos ferramentas
para ajudar a encontrar o produto certo
para o cliente certo mas também veio
criar uma espécie de monstro de
aborrecimento e pode ter várias formas
das incontáveis chamadas de centros de
contacto dos Call Centers que começam
por fingir estar muito interessados no
nosso pensamento ou sentimento para
rapidamente anunciar que chamada vai ser
gravada como prova de transação
comercial já fiz aconteceu eu fico de
cabelos em pé talvez por isso fui à
procura de Carlos Manuel Oliveira que
descreve o seu olhar sobre o futuro do
marketing pós-digital com uma frase que
faz toda a diferença o marketing à
medida do ser humano talvez por isso a
minha provocação inicial para ele foi
Afinal o marketing ainda não morreu é
parece que não vamos lá ver o quer saber
é uma uma um gato muito grande entre os
princípios e as práticas
provavelmente não só no Marco não é o
que é curioso é que ao escrever este
livro é Capítulo debater Com certas
coisas que eu para mim me parecem com as
evidências então no final e será que
estou a dizer alguma coisa de novo e
depois com pouco tempo esta situação
Muitas vezes os princípios são os mesmos
princípios desse existe o marketing não
mudaram muito para os técnicos de
instrumentos etc mas as práticas é que
não muito mais devagar mas práticas
infelizmente pro consumidor infelizmente
Adão muito mais devagar e quando eu
tenho que fazer para o consumidor para
mim a consequência que as empresas vão
ser Sem consciência disso também na
verdade se elas não foram sempre estão
satisfeitas e tão agradáveis também com
certeza que não tem uma ligação tão
grande continente a gente não fica isso
quer dizer o que quer dizer essa ideia
entre o que é que são as boas regras e a
pra e esse essa diferença pode ver aonde
Em que desde sempre que o Marquinhos diz
que está assentado no consumidor
Ora bem o estado sempre não consegui
dormir não deveria ser só uma declaração
de princípios e deveria corresponder
para ser verdade deveria com ele e eu
não consigo não é verdade alguns carros
mas em muitos casos não é o nome dele e
me der a mente ser uma questão de
princípios e até com frequência em tudo
o que é a relação da marca ou a empresa
que o consumidor tanto a nível de
comunicação com a nível da vida da
prestação de serviços com a dica até
coleção do Diário o que acontece é que
algumas empresas têm muita dificuldade
em pôr isto em prática por um lado
algumas porque não tem muito mal audaz e
canetas Pequenas Empresas não tem muito
não 8º ele sabe muito bem nós produzimos
muito bem coisas mas depois temos a
dificuldade na área do Conde do negócios
na área da comunicação da escolha o
outro lado Há outras que eu tenho
dificuldade em pôr em prática aquilo que
é necessário para uma centralidade no
cliente e é Ter uma estratégia de médio
e longo prazo em situações de crise não
favorecem nós temos uma leitura de médio
e longo mas o com o facto é que está
mais que provado que as empresas
bem-sucedidas são aquelas que sempre
tiveram uma visão de trago são aquelas
que ok tem que se concentrar também o
corpo traz de volta passar os problemas
emergentes mas na realidade se não tiver
essa perspectiva condutora é como se
dizer eu eu sei que quer ir daqui para o
porto agora tenho de vários caminhos
para chegar o corpo e esses vários
caminhos se for levar por exemplo são os
ventos Essas são as correntes é o tempo
que podem levar conjunturalmente a ter
que fazer algumas infecções Agora eu
tenho que ter é presente no que quer
quer ir é para o corpo porque senão não
quer dizer por que que eu tenho a
sensação de que as empresas em
particular as portuguesa estão sempre de
afoga é sempre a pensar no amanhã de
manhã estão sempre na emergência estou
sempre a pensar ao cair que é que eu
consigo ganhar rapidamente para
conseguir convencer o meu chefe o meu
diretor geral alguém que tem as contas
de que se eu fizer isto aquele outro
estudar me a receita rápida
extraordinária fantástica e onde se
todos seremos felizes no próximo ano até
respiramos fundo e voltamos a tentar
fazer outra vez o curto prazo de alguma
maneira dá uma Isso é verdade porque o
que acontece é que
esta esta esta maior dificuldade pôr em
prática estratégias montagem leva aqui
estão de maneira geral
acionamento temos a pressão imediata vou
pagar os ordenados de pagar aos
fornecedores outra coisa com que a isto
na realidade acaba por ter estes
impactos que chegamos ao fim do ano como
podemos eventualmente aquele objetivo de
lua e vamos cobrir as palavras a seguir
para tentar desenhar e agora sem esta
perspectiva que estava a dizer isso o
que existe mas essa esta perspectiva do
médio e longo prazo é muito difícil
receber se faz vamos chegar ao Porto não
é Ou se por acaso vamos ter aos Estados
Unidos até podemos ter um caminho que
ser bem sucedido mas é casado que
deverão chegar ao ponto ao ponto que
queria chegar Ou pelo menos deveríamos
três já e qual é o preço a pagar por
isso por por essa sucessão sucessiva Dos
objetivos de curtíssimo prazo apagar é
que nós vê-los grau de competitividade
acho que ano saiu a cara agora não é lá
ou agora é igual ao que era há 20 anos
porque Almeida que só que eu não falei
anteriormente mas também um pouco
resposta à questão toca que nós O que é
que nós temos esta pressão também é que
as empresas praticamente da linha entre
as receitas e as despesas da liga No
Limiar Porque nós não não produzindo
valor acrescentado ao podemos pouco
valor decrescente Isso quer dizer o que
o que é que é isso o valor acrescentado
a
realidade é entre as despesas que as
empresas têm para p o produto e serviços
e as receitas não geram o valor do Irã
não podem pagar ordenados maiores também
pagar ordenados mim é o que não vai
levar a nada quer dizer bem uma
habilidade Estamos indo quando escuto o
ano de Noé eu vou receber Atlântico do
começando a vez da imagem é mas não vai
permitir e mais rápido E agora voltando
ao caso pagar mais ordenados vender mais
caro vender mais caro porque na
habilidade é assim nós temos outro faz
outro problema que nós continuamos a ter
muito divertido e as quantidades bater
que a velha questão das marcas e as
marcas são importantes porque senão nós
não tem dinheiro só lá camisas
provavelmente pagar o Flora ainda 10
euro e as pessoas que comercializam 150
ou valor que seja e que eles fazem é por
a marca né ou é a marca traz valor e
muitas empresas não tem ou não tem
consciência disso ou não tem problema é
capacidade de criar marcas também não é
fácil criar agora sem e para criar uma
marca é claramente uma perspectiva de
limão cravo eu não posso ter resultados
imediatos lamento e-mail agora nós temos
uma tradição provavelmente não quer
criticar os investidores e tem risco e
quem arrisca para por em prática seus
projetos na realidade nós não temos uma
grande prática de risco mas não gostamos
muito do Risco em Portugal é importante
não há valor acumulado ao longo do tempo
tem a ver e eu lembro agora por exemplo
de uma Indústria tradicional Portuguesa
que a indústria do calçado que num há 20
anos atrás há 30 anos a indústria do
Calçado era uma indústria de Monte obra
barata que vendia barato e a qualidade
era a queda e hoje a qualidade
seguramente evoluiu mas esse clique da
marca da comunicação do Calçado
português
operou quase um milagre de uma entrada
no mercado e vender se calhar os mesmos
produtos o Brasil vai ter dito que está
a falar É verdade e ele ar lá ou talvez
só contra exemplo Esse é um excelente
exemplo que possa a regra em mim o que é
que eles fizeram bem ele claramente quer
dizer eles tiveram e têm uma associação
Industrial é como com muita força com
muita vontade de atuar neste setor por
exemplo aconteceram coisas que não
acontecem muito objeto ou sistema
cooperação entre as empresas uma
facilitação da comunicação do Calçado
português lá fora e não sobra marca
individual Abc Porque essas essas
pequenas empresas de calçados pelo fato
de serem pequenos não tem que ter bem
muitas vezes dos meios para se impor a
criar uma marca que já está lá fora
estou aqui as foi o caso pela associação
em bom tempo e continua a ser enviamos
ajudou as empresas
época ou apresenta também algumas
entidades de fins ornamentais apoiar a
presença do Calçado lá para que era de
boa qualidade a melhorar eu já era que
foi a qualidade só que estudo que eram
feitos há 20 anos a Jô Cavalcante HDMI
ficar com português EA preferência das
pessoas não ia o mesmo calçado não é
neste momento é coisa já está diferente
bom como viajar tem cinco até algumas
vezes anunciado então tem sempre bucal
se nós podemos para no caso do Calçado
em que as empresas se juntaram tiveram
uma organização através de uma
associação e no fundo juntaram esforços
é podemos olhar para uma outra indústria
que tem um marketing aparentemente muito
popular ativo chamado futebol
que tem uma coisa de grande valor
acrescentado os jogadores portugueses
são extraordinários todavia quando nós
olhamos em particular para esta
indústria do futebol o que nós vemos é
que a concorrência muitas vezes e fora
das quatro linhas quase ultrapassa esta
criação do valor dessa indústria Essa
maneira de comunicar ou não o futebol
acho que elas são carinho diferente
porque e agora eu tenho beijinho Imagino
que eu tô consumidor e estou em frente
ao supermercado do comprador de calçado
e tenho vários sapatos várias marcas de
eu posso mais alguém de avaliar a
qualidade agora é meio é mais dia mais
fácil assim no futebol contra mim porque
claramente a a performance and até que
pode ser vista e pode ser apreciada pelo
sempre jogadores aqui realmente a
performance individual e sempre fator
comunicação com o fator importante
também tem que falar mas a própria para
formas com jogadores se calhar como
costuma dizer não o Cristiano Ronaldo e
outros fazem mais Portugal pelo futebol
português do que é do que até o conjunto
das equipas e EA presença das seleções
sotaque claramente a uma situação em que
o individual é que o indivíduo está no
campo joga vai marcar golos mas eu não
há nada a dizer contrário quer dizer
impõe-se impõe-se por isso não é não é
mesmo ritual futebol produto é mais
difícil porque pode haver opiniões
diferentes a quem gosta de mim quem não
gosta quem acha que ter melhor qualidade
a melhor qualidade particularmente acho
que é um exemplo mas o carrinho ele diz
que voltar para as queria falar outra
vez tá Jaqueline aplicação outro exemplo
também foi que aconteceu quando termina
o turismo em Portugal antes da companhia
nós temos turismo dos anos 70 do país há
muitos anos agora o que é o fato é que
nós nunca tivemos o sal quando tiver uns
beijinhos e vamos final do mundo de
festas em 1718 porém fora Qual foi o
clique foi qual foi o toque de Midas que
transformou o turismo que era uma coisa
boa que nós já sabemos que que era bom
ao sol as praias a cultura a tudo isso
mas qual foi o clique juntando
exatamente essas ferramentas do
marketing e da comunicação para tornar
Portugal mais apetecível
embora estas coisas não essas coisas do
marketing e da comunicação
não sabe exatamente como a ciência
física não se pode provar com mais um é
igual a dois é o que uma ação só ela ter
concorrência é a minha perspectiva o que
ouvi muito bem e foi a estratégia de
comunicação que na altura o turismo de
Portugal e sem quaisquer as avaliações
políticas públicas de incentivo e
biológica mas é aquilo que o turismo de
Portugal EA fazendo idades entre 27 por
exemplo também é
tiveram uma estratégia completamente
diferente das terras anterior
anteriormente o que fazia e ele a gente
vai ser verdade também para o produto é
menor eficácia da publicidade
genérica das campanhas de gastar de dois
lá fora e não se ora bem Isto É assim
nós alguém militar que é agora vou levar
o que é ver como é que é só um procurar
exatamente mas é ver como são de becas é
só parte da paciente devendo a situação
é que nós vamos ver para crer é preciso
dizer experimentar para ver
seja fui trazer imenso realistas
Travessa Portugal trazer buscar viver
experiências do país receberá exatamente
e isso é muito diferente mas ele acho
que os produtos e costumes é mesma coisa
uma coisa e nós como consumidores temos
uma experiência que uma terminar da
marca outra coisa é a barca dizer que
faz crescer o cabelo as trevas é quando
muitas vezes nós vamos lá espera
certamente que marcar batismal si
próprio não é tão e por isso é só
especial acreditar voltando atrás para
ter que o fato de trazer trazer o tempo
vamos lá fora também de comunicação
direta direta com este povo um
investimento muito grande também nos
vídeos nos meios sociais nas redes
sociais
dormiste conjugado na minha preferida
foi isso principal alavanca é porque
sabe que o resto é que estava né Nós não
não vamos tem nas últimas décadas em
termos de país de alguma coisa mas que
leve repente outros turistas tempo todo
então aqui uma conjugação de esforços de
comunicação
comunicação direta e comunicação aqueles
que podem lá para fora o jornalista
brincar a experiência vai escrever mais
normal lá fora e nós calhar nunca vi é
como você conseguiu desta destes anos
nunca sabe o que vai aparecer os mais
reputados não é uma explicação
internacionais como que pode ser no caso
escreve um livro de que
falamos neste neste neste programa neste
neste pergunta simples de falar um
bocadinho sobre a indústria 4.0 e e
Indústria 5.0 sendo que ele na minha
cabeça nós estamos no início da
indústria 4.0 a saber digitalização
Inteligência Artificial o5g os carros
que andarão sozinhos’ tudo essas coisas
tu devia o Carlos diz sim sim mas isso
já é passado e eu estou a pensar mas
isso ainda não chegou a minha vida e o
Marquinhos já está no outro já está a
passar outra coisa talvez tenha se tenha
comunicado mal mas o espírito a ideia
não é a tese deste meu livro não é que
isso é passar Oi Atende médicos do
Linense Campos para as pessoas que não
leram ainda o livro Qual é a sua dessa
eu
não gosto conhecer eu nunca fui um
Académico e elas a 30 anos mas sempre
fui convidado que tem sempre fui Sempre
tentei levar para a universidade a minha
experiência empresariado para ter um
pouco nessa perspectiva que eu falo e as
vezes até não estarem de acordo com
alguns colegas mais a cabeça mas
voltando aqui ao certo academismo está
dizendo rapidamente há três ou quatro
passos que o Marco não tem tem
atravessado é o primeiro ainda foi no
século 19 em que falava número de
marketing da produção por quê Porque
quando apareceu a primeira revolução
industrial é que o própria produção em
massa então o objetivo era vender vender
vender e o Marco que era
fundamentalmente publicação e venda de
massa em massa ou pelo menos 65 começam
a ver começa a ver alguns sementes de
porco são as economias a expandir-se
alguns tempos produção bom então a
pessoa já é mais Sutil é assim OK mas há
muita gente quer vender Então como é que
nós diferenciamos estas vendas número um
a potência de produtos mas nem sempre
são perspectivas como diferente né de
pastas ou as marcas podem ser diferentes
mas a dificuldade de pessoas perceberem
a diferença ou menos algumas algumas
árvores e então a questão foi assente
que o batismo queria uma aquele
científica centralização do Consumidor
isso é possível sempre temos que criar
ofertas que correspondam aquilo que são
Associados no campo e não do artigo
anterior tempo criar mercado para aquilo
que nós produzimos é um pouco a situação
ao contrário eu tomar o Arthur vai fazer
esta segunda fase do mato minha vida da
gente o início do Marco da série não é
em que começa a ver é que desenvolvidas
instrumentos estudos de mercado tivemos
que formas de
Tentar conhecer tão melhor consumidores
na Maré que expressem a pessoa e os
produtos que nós temos nós professores
tinham começado assim eu vou citar a
fonte e a questão que se coloca aqui é o
Marquinhos também inclui a medida que o
mundo evolui que a sociedade tem carne
ruim porque o aparecimento de
fundamentalmente das preocupações de
sustentabilidade em Foco das ações do
ambiente e ficou pela pela primeira
década do Século 21 tem o Marco sente
velocidade também de se concentrar nos
aspectos do ambiente os aspectos da
sociedade nos perto da respeitabilidade
e estou aqui porque senão tínhamos
dentro de uma sociedade politicamente
passa expressão é para ir trabalhar de
sentir e o marketing nas empresas a
tentar levar as empresas para o sentido
contrário era quase obrigatória e filmar
podia-se e criar situações de integrar
nas suas técnicas formas de respeitar
não só revistas as empresas mas também o
ambiente aquilo que chamam não é
normalmente pelos Take On Me o Ok até
aqui muito bem e nós temos andado para
ter dado temos andado nisto até ter
aparecido digital e pelo meio da década
docinho primeira década também do século
20 a digital que vai começar
dar uma volta aí tudo bem oi
vem conferir aproximar gosto mais as
marcas e as empresas dos consumidores e
depois nós se falamos numa quarta fase
de uma máquina aqui é Martin de máquina
das redes sociais o máximo da
proximidade é sete atende que escreve
que defende o seu livro é que no momento
em que eu achava que nós estávamos no
Marketing 4.0 de digitalização da
Inteligência Artificial dos carros que
logo logo vão andando aqui
sozinhos aquilo que eu Carlos nos conto
é que não se calhar temos que já andaram
passa à frente e pensar no 5.0 porque o
4.0 pode já estar a ser ultrapassado
e sim eu estou a fazer aqui uma
interpretação errada não ficar um
cadinho mais é eu não estou a dizer que
já não que já estamos no 5.0 outra faz
assim que eu estou a dizer é que a
evolução tão rápida para o lado das
tecnologias que me adicionou algumas
delas e todas elas têm implicações
naturalmente em Finanças e economia na
sociedade é preciso dizer também tem que
ser no máximo também para esta evolução
destas tecnologias vai permitir vai
permitir que ainda não permita a
possibilidade é que é que eu diria um
novo Marco é aquele as eu não tenho
Expresso no título do livro palhaços das
o livro do ano passado uns meses o tipo
o que eu queria dizer na realidade é o
marketing na era pós-digital aquele
chama agora o marketing molecular
molecular eu conheci estudar biologia
depois dos cozinheiros também trouxeram
a cozinha molecular sabe o que é que que
Marco tem a somar tem um e Claro Este
mal é claro que eu também Tentei Tentei
mexer e humano quer dizer o que sinto na
minha e curiosamente também já tive um
colega de oxigênio durante a Constant
Tabatinga estás a chamar-me molecular ao
Mar para ver se é a minha arma Não é bem
assim é bem assim o Marcos vai tendo
técnico e cada vez mais técnicas e
instrumentos em particular o digital e
as novas tecnologias vida da Imprensa
Oficial da Cidade aumentada tudo isso
ainda em desenvolvimento algumas
aplicações a fazer a vida vai criar as
condições ou esta Será que eles vão
criar as condições que nós temos uma
arte perfeitamente agora mas vou chamar
não é claro sabonete umidade isso é
dirigido exatamente a pessoa e aqui é
uma diferença ou vai haver uma diferença
muito grande na prática do marketing já
começa a ver mano mas é que o pão
parentes como diz o incômodo fita branca
o futuro é o nós temos a pena é
construir o turma e pede uma realidade
estamos a construir ao toda a gente está
construído Etec 90 possibilidade uma que
seja dirigido não há mais não vai haver
mais máquinas O Eduardo é porque porque
eu não é fica eu não ficar está mais
pesado como é que fica tomate em gasta
milhões em orçamentos de marketing de
massas em e sabem também que começam a
ficar claro que já vão começar a gastar
muito mais dos meios diretos e digitais
mas a falta de melhor por enquanto vai
fazendo isso não é pelo menos ver se a
imagem está uma certa notoriedade bem
mas é um artigo de setembro é o máximo
respeito que o consumidor não quer nada
a ver a publicidade nem quero ver aquilo
que mesmo digital está acontecendo neste
momento que é por exemplo está ver aos
poucos apesar a quando quando nós vamos
ouvir o YouTube clicamos lá e aparece
publicidade quando na Atenas nossas box
da TV Cabo vamos ver um programa e
injetados com publicidade e eu digo uau
eu não quero isto e mais irritante que
isso para mim o número para o YouTube
está ver um filme De Repente o fio e
aparece um anúncio no meio porque aí a
pessoa não pode pedir em você também
pode fugir né eu não posso fazer um
lequinho na unidade Aparentemente parece
que saiu muito mais eficaz comunicar mas
não vai ser mais eficaz estudos já
revelaram que todos ficam mais ligadas
com essas marcas que interrompem aquilo
que nós estamos verão concerto filme Uma
coisa Qualquer porque esse é o que nós
temos agora mas é isso que nós temos que
deixar de ter neste caminho para o que
eu chame o Marcos não é claro o Marco na
era pós-digital aqui na minha
perspectiva vai estar vai ter
possibilidade técnica da aqui também o
aspecto depois que as mamães Empresarial
é outra espécie complicadas vai ter
possibilidade técnica no fim desta
década provavelmente daqui a 8 10 anos
eu não estou a escrever futurismo
precisa de ficção científica não estou a
dizer que o Marco já vou digitar já
morreu embora eu garanto esse daqui a
dez anos ninguém fazem marketing digital
ninguém fala porque tu tá tudo integrado
digital essa que tal modo integrado no
Marketing ele é uma reforma também
desafio de fazer máximo quer dizer que o
digital em pouco tempo com tudo isso
integrado não passará de uma fórmula 1
canal um cabo que nos vai depois
permitido usar e fazer outras coisas
eram é
importância do digital é tão grande que
tem um impacto em todo o nível de gestão
de Marketing e a questão a questão é
mesmo essa e quando o dia que vai deixar
de falar em digital é como agora
praticamente eram se fala em Matinha
convencional não fala que praticamente
porque o marketing deve ser pelo
relacionado é pronto já já não é um
fator diferença daqui a dez anos e
digital estava digital não é o fato a
diferenciação e diria que é o custo
mínimo de entrada as nuvens estavam está
agora o digital tem tido impacto como
que é conhecido e vai ter cada vez mais
e a nível por exemplo do marketing tem
um impacto muito grande porque é aquele
conjugação na sequência da do conjunto
tecnologias tem vindo a desenvolver vou
dormir que eu estava a dizer a pouquinho
aquela
molecularização não resisto desisto
molecularização mar o evento feijão
perdi nesse mais um atenção é a
capacidade enfim de podia criar para
criar e personalizar a produto da
experiências
supostamente memoráveis pela pelas
pessoas que permitam então elas frente
essa rua são formadas por quê que elas
consideram e primeiro mais diretamente
ligado aquela pequena aí que entra a
economia da emoção como como como como
já falou claro claro que sim exatamente
até a alguns anos atrás pensava-se que
ele avistou um pouco tu dá até para
economistas do estudo da microeconomia
macroeconomia falaram consumidor
racional na realidade não existe uma
consumidora racional o conselho regional
em sentido lato do termo queria dizer
por exemplo
o Jorge vai comprar um que quer comprar
um carro então comer um consumidor
Nacional faz uma folha de Excel como
desse lado se calhar de centenas ou
milhares de linhas e colunas com todas
as mulheres é que fazem isso m o
processo de dinheiro também fazem isso
assim
todos os carros com todos os preços
Então vai escolher o melhor é claro que
o melhor o melhor aqui já já pode ser
projeto depois vai lá vamos pensava que
eu fiz o técnico melhor ainda faz isso
as pessoas por alguma razão tem tem
conhecimento tem experiências anterior
tem relações com outros é que ajuda ou
tem como consequência também que elas
quando querem comprar um determinado
produto dirigir-se a um conjunto mais
limitados marcas e portanto nessa
perspectiva se por acaso tiveram com
essa marca com essa empresa relações
emocionais anteriores mais fortes esse
vai ajudá-la ou porque responder os bem
quando eles tinham problema ou porque
sei lá facilitar a minha vida eu acho
que o futuro do marketing vai ser quem
vai ser bem sucedido é que corrigir
facilitar a vida a pessoa que postou
espera pessoas que é
é facilitar e não quis obriguem como na
terminologia antiga que ainda é atual do
mar e João o audiência uma coisa que nós
vamos dar um tiro mano mas as pessoas
não querem ser algo que nada Geraldo não
queremos ser alto nada nós queremos aqui
as empresas E as novas agora por um
papel de consumidor estou Ah eu também
não gosto de ter um consumidor parabéns
por último livro gosto mais de ser nós
somos seres humanos e como tal como
pessoas e pensamos na nossa globalidade
nós não temos o apartamento consumir
Observe não é como eu costumo dizer não
é nós somos um uma entidade holística
complicada não é que a emoção está
misturada pela razão nem sequer emoção
está na no coração EA razão está no
serve como se centro dormente aqui o mix
é muito grande e que nós como seres
humanos quanto mais uma decisão
naturalmente temos uma uma atividade
maior com uma marca com serviço com a
empresa teremos provavelmente que eu ver
o maior possibilidade de querer comprar
essa empresa não quer comprar outro aí
que o Marquinho tem que jogar na emoção
tem que jogar a proximidade e na ânsia
essa demanda pela simplicidade
como é que é quando ela entra em choque
com empresas que nos oferecem produtos
que são muito complexos muito difíceis e
que ele está e nós queremos se fácil
resolve um aqui o meu problema a b ou c
e e cada vez mais temos coisas
estruturadas que são muito mais
complexas ir e eu por exemplo não quero
saber nada como é que funciona o carro
quer saber que ele funciona é que me
leva daqui para ali exatamente nessa
época do tal configurational que não
existe é a lógica sim é essa não é eu
quero então eu como eu como pessoa
quando queria um produto ou serviço tu
não me interessa nada sabe me dizer como
é que ele é feito por dentro como é Bom
dia eu quero saber Olha este produto
resolve um problema este problema é uma
função para mim não tem que continuar a
ser assim e as empresas que querem ser
mais bem sucedidas tem que ter uma
comunicação muito mais dirigindo aquilo
que são as expectativas das pessoas e
essas expectativas não sei que seja
também o dinheiro não é compreender a
complexidade do computador ou do
automóvel elétrico é saber que quem tem
um Conjunto de características simples
aquelas utilizam é que Queres andar sem
conforto e sem segurança e ainda por
cima é amigo do ambiente pronto OK é
isso qualquer e as marcas é naturalmente
tem que jogar este jogo da simplicidade
da proximidade do explicar às pessoas
aquilo ou se comunicar às pessoas aquilo
que elas querem e não aquilo que as
empresas querem ter gente não consegue
muito curioso que tem a ver com a
antropologia digital com a ideia de que
o consumidor ou a pessoa Exatamente esse
consumidor holístico que tem muitas
coisas lá dentro
de ter um maior conhecimento do consumo
a e fazer coisas como acompanhar a
jornada do cliente mesmo nos seus
movimentos digitais O que é que escreve
no seu Facebook o que é que escreve no
seu Instagram por fora eu não sei se
ficou a feliz ou preocupado a saber se a
minha marca de café por exemplo anda a
vasculhar no Facebook para perceber o
que é que eu gosto e o que é que eu não
gosto
dessas coisas aí eu acho que o ser
humano tem que ser por por definição é
um ser aqui neste caso é o que eu também
racional e portanto é em e naturalmente
cada pessoa vai pôr no Facebook aquilo
que quer ninguém obriga ninguém a pôr no
Facebook por outro lado ainda bem não
falamos o outro lado a medalha e é por
exemplo regulamento geral proteção
metades e a preocupação com as
atividades tem que ter em proteger é o
que podem ser curadas do Benfica da
informação está lá e por cento ela pode
ser utilizada pode ser utilizada É isso
mesmo que estás a permissão e aqui vai a
outra vez outra coisa que já não se fala
a tua eu já parte do poço tem que fazer
é o máximo permissão supostamente
supostamente não as empresas já Vimos
que algumas não não seguem isso né mas
posta mente alguma elas devem sentir
isto e por outro lado se eu tenho uma
relação com a empresa que Facilite
informação aqui tão popular da rede
social Então já posso voltar a falar um
negócio tão diretas eu tenho uma relação
que completasse pegar as contas e
empresa tem um registo de todas as
interações e acompanhe a minha jornada
do cliente 40 ela é isso eu utilizo
então naturalmente que não pode ficar ou
se eles vão fazer uma proposta
corresponde a que o que é o meu percurso
de gozar é não sei o que eu tenho três
pode ter interesse para mim enquanto
cliente saber que no fundo estão a
adaptar a customizar como se diz agora
adaptar uma proposta que tem a ver tem a
ver comigo todavia então e onde é que
entra depois do quase aí personalização
ao serviço do negócio o que que eu estou
a falar por exemplo daquelas chamadas
que nós recebemos de telemarketing de
empresas das páginas somos clientes
estão imaginar as teve a carros esta
vida é genericamente que nos liga a e
que depois me faz aquela pergunta jeito
de afirmação posso gravar esta chamada
para continuar esta conversa e aquilo
não a conversa relacional e o nome do a
sentir particularmente uma pessoa eu
estou a sentir um objeto um alvo
precisamente de alguém que quer vender
um serviço Esse é o objetivo único não
não tratar bem não oferecer uma coisa
que se calhar até podia ser interessante
para mim gosto de usar a ligar os
primeiros 400 não é que se transformaram
nós vamos ver trazer os nomes mais
bonitos para cerca de fazer muito os
contactos entre os centros de contacto
supostamente sempre compacto devia ser
já ter uma interação Global da vossa que
o cliente não é agora nós todos sabemos
hoje em dia e todos nós tivemos
experiências desse tempo é que estamos
conectados uma empresa para vender
aquilo que não quer que nós não queremos
ou o lado não tenho trabalho casa foi
também não tenho para você e outra coisa
errada eu já me aconteceu a mim pegar
aconteceu na saída bem já me aconteceu
animais que uma vez receber na mesma
semana uma chamadas supostamente do
mesmo empresa digo supostamente porque
nós sabemos que as empresas entrego as
bases de dados de contacto é operador e
eles nem sabem que não está a falar com
o outro e até já disse na segunda-feira
que obriga aquele produto e a quarta
feira para a oficina mesmo produto não é
eu não sei o que mais evitar com a marca
que eu já disse que não queria porque é
que me estão novamente como é que está
ir lá o desgraçado que está lá então
aplicar a hora para eu fazer tudo bem
mas nesse nem imagina quero que o que eu
falei é com resposta mente sempre a
questão aqui tem em que eu digo uma
coisa é aquilo que ter sipar prática e
aquilo que só a possibilidade de
melhorar a este Marco desta relação em
última análise deve-se tomar cuidado
nesse parece um caminho como o mau da
fita aliás que o resultado ao longo dos
anos a figura de móveis presidente da
associação de marca 22 anos em Bruxelas
na construção europeia e que era um dos
principais
problemas e era sempre apesar do
marketing e com digital marketing não é
um conjunto de dados maquiavélicas para
o obrigar a força do Frango retomar que
tem que tem mal marketing é isso
marketing tem mais felicidade tem má
fama aliás nós até vezes às vezes alguns
membros do governo
horóscopo Viseu é quando por exemplo o
tabaco é que depois ainda é a confusão
entre o marketing EA comunicação EA
propaganda não é quem no Brasil não tem
exatamente não tem exatamente a mesma
mesmo significado em Portugal nos em
Portugal claramente uma coisa é
publicidade e outra coisa que foi paga e
propaganda não é é uma ação unilateral
foi gradualmente os dois políticos e que
promete tudo e mais alguma coisa Às
vezes pode fazer isso não posso é
comunicação e o Marco não pertencer isso
eu não digo que não haja e a bastante
mas exatamente por causa desta confusão
é que às vezes vezes responsáveis na
televisão não preciso dizer não’
ceramarte mas tenho sentido Aquilo é
mentira é máximo não mas é isso não é
mais
estou muito forte a propaganda pode ser
mal Magno pode ser mais comunicação mas
não é isso que nós estamos a falar não é
isso que do ponto de vista do Avesso
científico a milhar de pessoas neste
mundo as Tem um ditado desenvolver esta
esta hoje já esta hoje já senti tem
capacidade de perder essa não vai
voltando ao início da conversa é uma
coisa só as práticas algumas delas ainda
mal mas eu estou convencido que as mais
práticas de água o que pode ser postas
vida totalmente como com pessoas Acabei
de chamar o consumidor eu como pessoa
tem essa prática de rejeitar e
rejeitando como ativamente aqueles que
não têm uma relação transparente ética e
o combate não é nada que seja é que
esteja fora deve estar não é ético a
promoção da Transparência e quando isto
for posto em prática se calhar vão mudar
o resumo do livro para makino Tokyo
tem um bom caminho mas já que falamos da
questão da ética é que é o primeiro
relevante e da humanização da ideia da
marca marca não encontra objeto não
enquanto o empresa mas enquanto
humanização a isto obriga a que se passa
aqui uma mudança entre o que que é uma
cidade capitalista logo vamos aumentar
os lucros Vamos aumentar as nossas
vendas para as ideias de propósito para
as ideias de bem comum para irrite isso
Isto é possível numa sociedade
capitalista que não seja simplesmente a
retórica que seja seja a verdade que que
nós consigamos sentir que as marcas são
são isso tem um propósito E que se
propôs e é para mim individualmente como
consumidor mas para toda a gente
enquanto enquanto cidade
porque ele é indicado um bocadinho é
estudar e acompanhar
a curiosos a uma pessoa no nós temos um
cadinho estas figuras nos grupos aí eles
vão matinal velho guru que eu sou
ridícula e eu já tem 90 anos que eu fui
eu que iniciou praticamente o Marco
científico e o que é um homem da escola
de Chicago situacionistas sabe o que é
isto tanto mais conservador em termos da
resolução de formação de mais
conservador possível ele próprio ao fim
destes anos todos vão dizer que o
capitalismo está encontrado as formas de
se auto ensinar isto é cada vez ator
está com mais ricas do mundo mas cada
vez a pessoas muito mais mais pobres e
qualquer dia não é mercado Isto é
qualquer um mercado é tão respeito e os
mais ricos não tenho que passear com a
corrida da produção então eu ao fazer
esta leitura e eu concordo plenamente É
ele diz e o capitalismo tem que estar
cada vez mais aquilo que os americanos
chamam o cão esse capitalismo
capitalismo consciente aliás é curioso
dos poucos Estados Unidos também tem
sempre aquela figura que nós sempre do
liberalismo Que tal fazer do capitalismo
quase selvagem eles têm uma organização
chamada de conchas de Capitalismo corpo
aí aqui é um conjunto de empresas
pessoas que tem estado a trabalhar sobre
isto porque a conclusão
pode estar ligado eu acredito que não
aqui a única para a sobrevivência do
capitalismo economia mercado que até
mais ver também não há uma alternativa
tenha provado que seja melhor e a
sobrevivência da economia mercado passa
pela preocupação cada vez mais com os
testei com uma não é eu não só corruptos
deportado é que naturalmente que investe
em poucos não é isso que está a pôr em
causa mas há muitas outras atividades
que contribuem e sofre pela actividade
das empresas
e aqui falar dos corações Bom dia por
exemplo é importante fala como é que
estás a sustentabilidade a vender cada
vez mais e e quando eu vi alguém voltei
no concurso que estava na sexta não
quero batismo sustentável e com
consciência é isso queria dizer que o
Marquinho tem que ser também um
instrumento ao serviço das empresas que
ajuda a natural Man ajuda a vender e
ajuda a condicionar a ficou com seus
clientes mas numa perspectiva de também
não só respeitar os próprios acionistas
da empresa nos respeitar os restantes
têm cordas não é o seu redor do ambiente
e as comunidades locais todos aqueles na
prática também estão Integradas no
modelo de negócio e que muitas vezes
sofrem como consequência desse negócio
existir por isso eu acho que vamos dando
os passos devagarinho mas que o futuro
vai passar por aí eu não sei que você
investe outra coisa com o Marquinhos
tópico citado por Carlos Manuel de
Oliveira o final ser um verdadeiro ovo
de Colombo será o caminho do propósito e
do fazer o bem que mais vender a mais do
que propriamente o vender muito e em
massa e como sabemos em qualquer boa
história outro e ele sonho maior faz
andar para a frente mesmo que o sonho de
morte tempo que seja imperfeito o
impossível já se andou qualquer coisa e
enquanto houver caminho para andar a
gente vai continuar Obrigado Jorge Palma
pela frase até para semana 1
[Música]

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