Durante 15 meses a Saúde esteve a braços com a mais grave crise dos últimos anos.
A pandemia de COVID-19 testou até ao limite a capacidade, resiliência e agilidade do Serviço Nacional de Saúde.
No centro desta resposta estiveram os hospitais.
Que tiveram de se reinventar em tempo real!
Circuitos de doentes. Urgências, internamentos e cuidados intensivos.
Os limites foram quase elásticos. Mas não infinitos.
E as dores também foram sentidas.
Com a COVID em fase de controlo – com incidência baixa e imunidade crescente – graças principalmente à gigantesca campanha vacina em curso, sobra o futuro.
Com problemas novos e antigos: A saber:
Como recuperar os doentes não COVID?
Fazer mais consultas, tratamentos e cirurgias.
Como melhor organizar e financiar os hospitais?
Como colocar os hospitais adaptados às necessidades dos cidadãos.
Num país a envelhecer, com doenças crónicas a somar, mas com cada vez mais e melhores respostas em tecnologia e na inteligência dos dados.
Isto no contexto de financiamento apertado e de permanente debate sobre a sustentabilidade. Do SNS, dos hospitais e de todos os parceiros da saúde
O convidado é Alexandre Lourenço, Presidente da APAH, Associação Portuguesa dos Administradores Hospitalares.